quinta-feira, 20 de outubro de 2011

MEU ÍDOLO VINICIUS DE MORAES ANIVERSARIA HOJE 19/10






Se vivo estivesse, Vinicius de Moraes completaria hoje 98 anos de vida.

Poeta essencialmente lírico, notabilizou-se pelos seus sonetos. Conhecido como um boêmio inveterado, fumante e apreciador do uísque, era também conhecido por ser um grande conquistador.



Escritor, poeta e diplomata teve vida dividida entre os salões da nobreza e os bares de Ipanema, onde compunha ao lado dos amigos os grandes clássico da musica Brasileira como A Felicidade", "Chega de Saudade", "Eu sei que vou te amar", "Garota de Ipanema", "Insensatez"', entre outras belas canções.



O ano de 1958 marcaria o início de um dos movimentos mais importantes da música brasileira, a Bossa Nova. A pedra fundamental do movimento veio com o álbum "Canção do Amor Demais", gravado pela cantora Elizeth Cardoso.



O ano de 1968 marcou o fim da carreira diplomática de Vinicius de Moraes. Após 26 anos de serviços prestados ao MRE, Vinicius foi aposentado pelo Ato Institucional 5, criado pela ditadura militar brasileira, fato que o magoou profundamente.



Em conversa entre Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Tom perguntou:



- Afinal “Poetinha” quantas vezes vais casar?



E Vinicius num improviso de sabedoria, responde:



- Quantas forem necessária, Tom!



Vinicius de Moraes amava tanto as mulheres que casou-se 9 vezes com Beatriz Azevedo de Melo (mais conhecida como Tati de Moraes), Regina Pederneiras, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nelita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues Santamaria (a Martita) e Gilda de Queirós Mattoso.



Na madrugada de 9 de julho de 1980, Vinicius de Moraes começou a se sentir mal na banheira da casa onde morava, na Gávea, vindo a falecer pouco depois nos braços de Toquinhoe da sua última esposa Gilda Matoso.



Eis aqui um dos meus sonetos preferidos:





Soneto do amor total



Amo-te tanto, meu amor... não cante

O humano coração com mais verdade...

Amo-te como amigo e como amante

Numa sempre diversa realidade



Amo-te afim, de um calmo amor prestante,

E te amo além, presente na saudade.

Amo-te, enfim, com grande liberdade

Dentro da eternidade e a cada instante.



Amo-te como um bicho, simplesmente,

De um amor sem mistério e sem virtude

Com um desejo maciço e permanente.



E de te amar assim muito e amiúde,

É que um dia em teu corpo de repente

Hei de morrer de amar mais do que pude.



Rio de Janeiro, 1951

Um comentário:

Anônimo disse...

Meu querido Fábio Henrique.

Vinícius de Morais, pessoa qeu conheci de perto ainda garoto, mquando estava eu morando no rIO DE DE TANTOS JANEIROS, GRANDE POETINHA, boa CÊPA, a o do poeta. Quero tocar num ponto, FOI-SE GADHAFFI, no meio da primavera ÀRABE, e ue pergunto E agora JOSÉ.? Até quando. As chuvas de hoje são prenuncios de boas notícias, pois é chegada a hora do ajuste de contas moral, e ético, jutiça, enfim aguarde fique só observando. O cavalo de CALÍgula tinha Status de senador Romano, tomava água em uma bacia toda de ouro cravejada de brilnhante, no entanto, só pot isto não deixou de ser simples e mortal CAVALO.